Toque são imperdoáveis, pra eles você é uma boneca de porcelana.
Mas você me diz ser puro pano, rasgado em todas as partes e cheio de remendas.
Você esconde marcas, não sabe quem realmente é ou espera ser...
Os dias passam rápido, nós estamos cada vez mais longe.
O telefonema de madrugada já não lhe importa.
Ela não precisa mais desse tipo de coisa, ela crê que o mundo é dela.
Ela gosta de desenho animado, ri com Garfield. Ela fica feliz. Eu fico feliz por ela.
Sempre calma. Jeito simpático, piegas, sorriso tímido.
Prometia-me dias coloridos.
Músicas que faziam chorar já não combinavam com ela, pois queria as alegres.
E junto a mim, escolhia as eletrônicas, que davam vontade de tirar a roupa.
Sorrisos se abriam, seus olhos cintilavam!
Assim que as horas de histeria passavam, permanecíamos no mesmo lugar, mas em mundos diferentes.
Precisávamos dessa distância. Eu a prendia. Ela me acalmava.
Mais algumas horas... Eu no mundo da lua, ela tentando ser mais racional.
Nem bom dia, nem confissões. NADA!
As coisas voltavam ao normal. A indiferença continuou.
Não havia músicas coloridas, nem sorrisos que se abriam e nem olhos que cintilavam.
Não havia a mesma amizade.
Talvez uma conversa... mas tudo sempre dava errado!
[Nunca pude crer]
Os dias passam rápido, nós estamos cada vez mais longe.
O telefonema de madrugada já não lhe importa.
Ela não precisa mais desse tipo de coisa, ela crê que o mundo é dela.
Ela gosta de desenho animado, ri com Garfield. Ela fica feliz. Eu fico feliz por ela.
Sempre calma. Jeito simpático, piegas, sorriso tímido.
Prometia-me dias coloridos.
Músicas que faziam chorar já não combinavam com ela, pois queria as alegres.
E junto a mim, escolhia as eletrônicas, que davam vontade de tirar a roupa.
Sorrisos se abriam, seus olhos cintilavam!
Assim que as horas de histeria passavam, permanecíamos no mesmo lugar, mas em mundos diferentes.
Precisávamos dessa distância. Eu a prendia. Ela me acalmava.
Mais algumas horas... Eu no mundo da lua, ela tentando ser mais racional.
Nem bom dia, nem confissões. NADA!
As coisas voltavam ao normal. A indiferença continuou.
Não havia músicas coloridas, nem sorrisos que se abriam e nem olhos que cintilavam.
Não havia a mesma amizade.
Talvez uma conversa... mas tudo sempre dava errado!
[Nunca pude crer]